1. PLANO DE RETORNO DAS ACTIVIDADES TURISTICAS

Limite máximo de 6 praticantes por cada grupo. O distanciamento mínimo de 1,5 metros precisa ser cumprido entre todos os praticantes

em instalações fechadas e runioes do grupo.

Nos casos em que seja possível, o regresso à atividade deverá ser feito privilegiando reservas de passeios privados e de atletas independentes –capazes de andar independente e sem muito apoio do guia.

Perante os passeios guiados, deve-se evitar que os briefings, explicacoes e despedidas representam um risco aumentado. Vai ser evidado todos as actividades em spacos fechados. Para grupos mais grandes os briefings sao realizados divididos em varias grupos com um maximo de 4 pessoas.

Passeios de curta duracao vai ser realizados na zona mais perto para evitar deslocacoes desnecessarios. Os passeios vai iniciar mesmo no local da actividade, outros pontos de encontro so vai ser realizado sob acordos individuais. Tanto em passeios urbanos, tanto em passeios de BTT é favoravel evitar os sitios mais frequentadas.

2. MANUAL DE CONTINGÊNCIA

DEFINIÇÃO DE CASO SUSPEITO
Todas as pessoas que desenvolvam quadro respiratório agudo de tosse (persistente ou agravamento de tosse habitual), ou febre (temperatura ≥ 38.0ºC), ou dispneia / dificuldade respiratória, são considerados suspeitos de COVID-19.

3. PROTOCOLO DE ISOLAMENTO

Todos os operadores devem ter definido um protocolo de atuação em caso suspeito, incluindo a definição de um espaçode isolamento. Deve estar definido qual o local para onde se deverá dirigir qualquer colaborador ou cliente que se enquadre na definição de caso suspeito. Aí, deverá essa pessoa contactar a Linha SNS24 (808 24 24 24) e seguir as indicações que forem dadas pelos responsáveis de saúde.

4. RESPONSÁVEL PELA IMPLEMENTAÇÃO DO PLANO

O operador tem uma pessoa devidamente identificada e formada para desempenhar o papel de Responsável pela gestão de qualquer caso suspeito de COVID-19. Todos os colaboradores e clientes serão informados de quem é o/a Responsável e qualquer caso suspeito deverá ser de imediato comunicado a essa pessoa. É o Responsável que encaminha os casos suspeitos para o espaçode isolamento e que presta todo o apoio necessário, interditando a aproximação de qualquer outra pessoa até à chegada da equipa de emergência médica.

Responsável

Nome: Simon Angerer

Telemóvel: 914309655

5. PROCEDIMENTOS NUM CASO SUSPEITO

Sempre que se verifique uma situação de caso suspeito, de acordo com a definição apresentada acima, deverá o operador seguir o seguinte plano de ação:

1)Comunicar ao colaborador indicado como Responsável, a existência de um caso suspeito;

2) A pessoa Responsável encaminha de imediato a pessoa suspeita de infeção para o espaçode isolamento, onde estadeverá permanecer com máscara até à chegada da equipa médica, ativada pela DGS;

3) O acesso ao espaço de isolamento deverá ser interditado a qualquer outra pessoa, que não a Responsável e a equipa médica;

4)A pessoa suspeita será encaminhada para o hospital de referência para realização de teste laboratorial, após o qual o operador será informado do resultado e deverá atuar de acordo com o seguinte:

a. Se o resultado for negativo, o operador deve aplicar os procedimentos normais de limpeza e desinfeção do espaçode isolamento, caso seja nas suas instalações;

b.Se o resultado for positivo, este espaço ficainterditado até que a Autoridade de Saúde Local valide a sua descontaminação e, assim, proceda ao levantamento oficial da interdição.

6. MEDIDAS DE PREVENÇÃO

As medidas relacionadas com transportes, procedimentos de atendimento ao público, procedimentos de desinfeção de zonas comuns, entre outros, serão atualizadas regularmente mediante indicações da DGS e o cumprimento deste manual de contingência pressupõe a consulta, o conhecimento e a aplicação dessas atualizações.

O operador cumpre com os requisitos do selo “Clean & Safe”do Turismo de Portugal para as Empresas de Animação Turística (EATs), com ou sem instalações físicas, sempre que aplicáveis.

Pelas suas característica se pelo meio que utilizam, os guias e gerentes têm especificidades que os distinguem dos restantes agentes de animação turística, pelo que devem ser tidas em conta medidas específicas, além das apresentadas pelo Turismo de Portugal.

Todo o material de cada cliente deverá ser devidamente isolado (p.ex: em saco ou caixa reutilizável mediante desinfeção) e guardado durante a atividade em local seguro;

Durante os passeios, o operador cumpre com o rácio mínimo de 1 praticante por cada 2 metros

Os colaboradores responsáveis pela desinfeção dos materiais utilizados após cada sessão, deverão estar equipados com equipamento de proteção individual, de acordo com as indicações da DGS;

Acompanhamento do estado de saúde e aparecimento de eventuais sintomas de todos os clientes, até 14 dias após a prestação do serviço.